sábado, 12 de abril de 2014

Dois tons de amar

Justin P.O.V
 São 16:00 horas da tarde e eu estou acabando de acordar, qual é, cheguei em casa mas os caras as 06:00 da manhã e mereço descanso. Me levantei e fui para o banheiro, tomei banho, escovei os dentes, fiz minha higiene pessoal e sai para a cozinha, Ryan estava fazendo bolo ele adora cozinhar:
Justin: Bom dia.
Ryan: Boa tarde.-dei uma risada.
Justin: A noite ontem foi longa cara, precisava descansar.
Ryan: Pra quem levou duas pro quarto foi mesmo.
Justin: Mano aquelas duas loirinhas são fogo, não sei como conseguiram colocar meu pau na boca, as duas.
Ryan: Tá brow, quero saber como foi comer elas duas não.-Chris disse que precisa falar com você.
Justin: Pode adiantar o assunto ?-dei um gole no copo de suco de uva.
Ryan: Não.
Justin: Tá.
 Saí e fui para a sala, Chaz estava jogando, ou melhor, tentando porque ele é um desastre pra jogar.
Justin: Cadê o Chris ?
Chaz: Há, oi boa tarde cara. Tá no escritório.
Justin: Boa tarde, vou lá.
 Chaz é aquele tipo de amigo que nunca me tratou mal ou me julgou, pode parecer gay mas ele é adorável com as pessoas que ele gosta. Fui até o escritório e entrei, Chris estava tomando Whisky:
Chris: Acordou Cinderela.
Justin: O que você quer comigo ?-disse me sentando na cadeira.
Chris: Falar sobre a casa.
Justin: O que tem a casa ?-franzi o cenho.
Chris: Eu aluguei ela para umas meninas, elas vão se mudar para cá hoje, provavelmente chegam aqui pela manhã ou na hora do almoço não sei. Elas moravam no Brasil, vieram pra estudar, trabalhar e são confiáveis.
Justin: Você falou com elas ?
Chris: Sim.
Justin: Hum, que bom então né mano que a gente vai conseguir mais dinheiro -sorri.
Chris: Então, conversei com sua mãe também e ela concordou.
Justin: Agora está tudo bem mesmo-pausa- pediu pra elas ligarem assim que chegarem ?
Chris: Uhum.
Justin: Beleza, amanhã vamos buscar essas meninas e depois levamos elas até suas casa nova mano.
Chris: Combinado.-Fizemos um toque- Hoje tem mais festa.
Justin: A mano to de boa hoje, só quero ir pra praia, tomar uma água de coco, transar e pegar um Sol.
Chris: Toma um Sol primeiro, depois você transa.-eu ri.
Justin: Door, você entendeu.-ele riu mais ainda.
Chris: Então bora, vou subir, trocar de roupa e pegar a chave do carro.
 Saímos do escritório e fomos para os nossos quartos, Ryan e Chaz decidiram ir com a gente é claro. Depois que no arrumamos fomos para a praia, eu fui no meu carro mais Chaz e Ryan foi no carro de Chris com o mesmo. Seria estranho 4 caras em um carro .
 Chegamos na praia e estava lotado como sempre, as mesmas garotas de sempre e isso é um saco ! Fomos andando até o bar e os caras compraram bebidas para eles e eu pedi minha água de coco, não queria beber hoje senão iria vomitar até não querer mais, continuamos andando e seguimos para o mesmo lugar de sempre, nos sentamos e ficamos olhando o movimento. Algumas garotas que a gente conhecia ficaram conosco sentadas conversando, sempre tinha aquelas putas se insinuando para a gente e essa era a parte mais foda de  tudo. Conhecemos muita gente, muitas garotas legais mas, sempre tem as putas.
Lívia: Gente vou fazer um jantar na minha casa vocês querem ir ?
Moniky: Eu adoraria.-ela cruzou as pernas deixando a mostra sua bunda, virei a cara.
Chaz: Vamos sim, ta morando no mesmo lugar ainda né ?
Lívia: Sim.-Ela sorriu.
Justin: Então nos vamos, as 20:00 tamo lá.
Chris: É.
Lívia: Tá bem então.
 Ficamos conversando com as meninas até o Sol se por, aquilo é a coisa mais linda que existe, trás calma, paz pro coração. Depois fomos embora para casa, comemos o bolo que o Ryan fez e jogamos um pouco até dar a hora de arrumarmos para irmos até a casa da Lívia, eu já tive um lance com ela, um lance sério a gente quase namorou mas depois ela me disse que gostava de outro então eu terminei tudo, acabou que o garoto que ela gostava começou a namorar sua melhor amiga ainda estando com ela e quem a aconselhou e ajudou fui eu, agora somos amigos, conversamos bastante e ela me ajuda no que eu preciso, mas sinto um clima entre nós ainda e ela já disse para Chaz que voltaria comigo se eu quisesse mas eu não quero só quero curtir, roubar, beber e transar.
 Chegamos na casa da Lívia e o jantar já estava pronto, macarrão ao forno eu amo comi até não aguentar mais, quase não sobrou pros meninos. 
Ryan: Justin seu puto, deixa pra mim.
Justin: Há agora pode comer, tô cheio.-Lívia e as meninas não paravam de rir.
Chris: Mos, você é um passa fome isso sim.
Chaz: Pô cara, precisava comer desse tanto ?
Justin: Putos são vocês, ficaram lá conversando mais as meninas na sala e eu vim aproveitar o jantar né, não pode fazer desgosto.
Samantha: Jus, vem aqui.-fui até ela.
Justin: Oi.
Samantha: Vamos lá pra cima.-Ela tocava suas coxas a mostra e mordia os lábios.
Justin: A galera tá toda aqui Sam, não dá não.
Samantha: Vem Jus, eu tô louca pra te ter.
 Imagina a garota que você sempre quis transar com ela, conversando com você fazendo cara de safada e voz de puta. Imaginou ? Então já sabe no que deu. 
 Livia morava mais Samantha e Moniky na casa que seus pais compraram para elas, elas são da Inglaterra e vieram para estudar. Samantha me levou até seu quarto e assim que eu entrei ela trancou a porta, fiquei parado olhando para ela:
Samantha: Eu ando reparando nas olhadas que você me dá tem um tempo.
Justin: A é ?-Toquei sua cintura.
Samantha: É.-ela mordeu os lábios- Você me olha com desejo.
Justin: Então você já sabe quais são minhas intenções.-Apalpei sua bunda, gostosa .
Samantha: Ar.-ela gemeu no meu ouvido, isso é música para os meus ouvidos.
 Me sentei na cama e coloquei a garota de frente pra mim em pé, toquei suas coxas:
Justin: Tira a roupa pra mim.
Samantha: Tá.
Justin: Tá não, sim senhor.
Samantha: Sim senhor.-ela me olhou sorrindo.
Justin: Anda, tira a roupa agora.-dei a ordem mais uma vez.
 A garota foi tirando a roupa, tirou a blusa, estava sem sutiã deixando a mostra seus peitos enormes siliconados, depois, se virou e foi tirando sua saia, quando foi tirar a calcinha virou-se de costas e foi tirando sem se curvar, ficando com a bunda empinada no meu rosto e com sua buceta molhada a minha vista.
Justin: Continua nessa posição.
Samantha: Sim senhor.-respirei fundo.
Justin: Tá molhadinha em Samantha.
Samantha: Me chame por um apelido amor.
Justin: Essa noite você vai ser minha vadia e não me chame de amor, quem dá as ordens sou eu, é sim senhor e senhor.
 Ela não disse nada, tirei minha roupa e vi que já estava excitado meu pau estava pulando pra fora da cueca. Enfiei a língua na buceta dela, e ela gemeu baixo, mas não era o que eu queria, penetrei o dedo no seu outro buraco e continuei com a língua, fazia movimentos rápidos e seus gemidos começaram a aumentar. Coloquei ela na cama e ordenei que ela virasse, ficando de quatro pra mim, soquei meu pau com força, com velocidade e ela gemia cada vez mais alto meu nome, eu estava sentindo meu pau latejar, mas eu nunca fui de gozar rápido então tirei pau dela e dei uns tapas na sua bunda magra:
Samantha: Me fode atrás senhor.
Justin: Então você quer atrás .
Samantha: Sim senhor.
Justin: Senta no meu pau então vadia, que eu vou pensar se te como por trás, vamos ver se você me agrada.
Me sentei na cama e ela sentou no meu pau rebolando rápido e quicando feito uma louca, toquei sua cintura e a apertei:
Justin: Para vadia, não precisa ir rápido, eu quero devagar e se não for devagar eu vou te largar aqui.
Samantha: Sim senhor.
 Fudi a Samantha a noite toda, acabei dormindo depois e acordai ás 10:00 da manhã, peguei minhas coisas e quando desci todos que estavam ontem na cozinha estavam lá, então eu não fui o único a passar a noite aqui. Os meninos disseram que ficaram com medo da casa cair, zuando de mim. 
 Depois a tal menina que o Chris alugou a casa chegou e ligou para ele, então nos fomos até o aeroporto.

Dois tons de amar


Helena P.O.V
 Existe uma parte boa em se mudar para Califórnia, mas a parte ruim é ter que arrumar todas as minhas roupas, meus acessórios, tudo o que é meu em apenas 3 malas médias e sem a ajuda da Lucy, nossa empregada. Minha mãe disse que eu preciso aprender a me virar sozinha e que não vou ter a sua ajuda e de Lucy pelo resto da vida, de algum modo ela está certa mas isso não quer dizer que eu gostei da ideia. 
 Após 1 hora eu consegui organizar tudo nas malas, estou bastante empolgada para a viagem, Califórnia é tudo que alguém pode querer na vida e a melhor parte é que vou para a faculdade com minhas 3 melhores amigas, vamos morar juntas em uma casa a qual conseguimos alugar para nós. A segunda melhor parte, são as praias, as festas e os homens lindos, sensuais e atraentes que lá tem, o que mais uma garota de 17 anos poderia querer!
 Oi, me chamo Helena e como já disse tenho 17 anos, estou me mudando para a Califórnia com minhas amigas, Caroline, Bonie e Victoria, somos brasileiras e após terminarmos o ensino médio decidimos morar fora do Brasil para um estudo melhor e mais oportunidade de emprego e para tentarmos ter uma vida melhor.

Helena:
 Bonie:
 Victoria:

 Desci para a cozinha e meus pais estavam lá, como se costume minha mãe preparando o almoço e meu pai sentado na cadeira lendo o jornal do dia. Engana-se quem pensa que meus pais são casados, bem sucedidos em um emprego, que sou a filha perfeita e muito amada por eles, que somos uma família unida, alegre e bonita. 
 Meus pais se separaram quando eu tinha 7 anos de idade, minha mãe descobriu pela internet pois meu pai naquela época havia se mudado para Portugal e dizia voltar para termos uma vida melhor e pagar meus estudos e garante não só o meu, mas o futuro da minha mãe e dele também e foi aí que nos enganamos. No começa para minha mãe foi uma grande tristeza então ela se revoltou, passou a ir a festas, beber bastante, suas roupas diminuíram e eu ficava na casa de gente que nem conhecia para ela sair. Eu nunca tive aproximação nenhuma com meus pais, nunca sentamos para conversar, não comemos todos sentados a mesa, não passeamos e muito menos viajamos juntos. Somos cada um na sua, quase sempre brigamos hoje meu sonho está se realizando, espero que com minha ausência tudo fique melhor.
 Me sentei em cima do balcão e peguei uma maçã:
Mãe: Boa tarde Helena.
Helena: Boa tarde mãe, oi pai.
Pai: Boa tarde.
Helena: Então meu voou sai hoje as 17:30 e já são 14:00 da tarde.
Mãe: Hum, o almoço já está pronto só falta o suco.
Helena: Eu faço.-Me levantei e fui fazer o que disse.
 Almoçamos juntos, conversamos, rimos e lembramos de alguns momentos legais que vivemos. Eu sentia muita falta da minha mãe e do meu pai, gostaria de ter uma vida normal, uma família normal mas isso não pode acontecer então, não posso reclamar. Foi feita a vontade de Deus, também não tenho nada do que reclamar da minha vida.
 Depois subi para meu quarto e me arrumei, quando deu 16:00 horas estava tudo pronto, o pai de Victoria me buscaria na minha casa e levarias eu e todas as meninas até o aeroporto então desci até a sala e meu pai me ajudou e levar todas as malas para o mesmo lugar, estavam pesadas eu cheguei quase morrendo lá embaixo, rs. Enfim, me despedi de minha mãe a as lágrimas começaram a descer, expressamos nossos sentimentos uns aos outros e eu prometi ligar sempre que pudesse e se precisasse de algo. Ouvimos a buzina la fora e depois que guardamos minhas malas no carro fomos para o aeroporto, adeus vida velha, olá vida nova.